24 de abril de 2012
0
Na própria Assembleia Legislativa, onde os trabalhadores em educação estão acampados desde 18 de abril – aguardando a votação do nefasto projeto do governo estadual – a APLB-Sindicato comemorou o seu 60º aniversário de fundação.
A comemoração foi jsutamente como a categoria está acostumada: na luta, sem perder a alegria.
Veja, abaixo, o registro de solidariedade do Sindicato da Polícia Civil:
O diretor do Sindicato dos Policiais
Civis (Sindpoc), Bernardino Gayoso, confirmou, em entrevista ao
programa Acorda pra Vida, da Rede Tudo FM 102,5, a solidariedade da
categoria à mobilização dos professores, em greve há 14 dias. De acordo
com o sindicalista, o Sindpoc está atento à negociação do governo com a
APLB e seus membros também ocupam as dependências da Assembleia
Legislativa da Bahia (AL-BA) para pressionar os deputados a retirarem
da pauta o projeto de aumento dos educadores – que não cumpriria o que
foi traçado em acordo. “Tenho certeza que o reajuste vai ser honrado. O
governador não vai querer recuar, mas vamos acompanhar. Hoje são os
professores, amanhã poderá ser com os policiais civis”, ponderou
Gayoso. Segundo o gestor do Sindpoc, o mesmo representante da
Secretaria de Administração do Estado (Saeb) que assinou o acordo com
os professores, Adriano Tambone, assegurou à classe que a chamará à
mesa de negociações tão logo se encerre o diálogo com a APLB. Antes
mesmo das conversas, a classe está preocupada. “Existe um projeto de
lei para acabar com as garantias adquiridas com a lei orgânica. Ele
acaba com a hierarquia da Polícia Civil”, declarou Gayoso. Ainda não há
confirmação do horário da manifestação do Sindpoc nesta terça (24). “Se
necessário, vamos fazer uma convocação de emergência para fazer uma
deliberação”, apontou o diretor.




